Estudantes pedrossegundenses são medalhistas da 22ª Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica

A Agência Espacial Brasileira, AEB, em conjunto com a Sociedade Astronômica Brasileira, SAB, responsáveis pela organização da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica – OBA, divulgaram recentemente nota oficial em que parabenizam entusiasticamente a instituição IFPI campus Pedro II-PI que está entre os entes com conquista de medalhas e certificados na Olimpíada em sua 22ª edição, sendo 6 medalhas ao todo: 2 de ouro, 1 de prata e 3 de bronze.

Para o professor do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia IFPI Pedro II que orientou os(as) estudantes medalhistas, William Melo, é um resultado formidável o qual revela a inteligência e a dedicação do alunado: “Hoje estou como Diretor de Ensino do Instituto Federal e como representante da Olimpíada Brasileira de Astronomia no qual tivemos muito êxito esse ano. Uma das missões do Instituto Federal é promover educação de excelência, sempre nós buscamos melhorar, oferecer serviços de melhores qualidades para nossos alunos e para a comunidade pedrossegundense e a cada ano temos melhorado muito mais. Esse ano em especial de 2019 o Instituto teve a oportunidade de participar de muitas olimpíadas e temos resultados excepcionais. O Instituto representa a cidade de Pedro II e nossas conquistas representam conquistas para a cidade ser vista de forma estadual e até pelo país.”

Professor William complementa destacando o empenho gradativo ao longo dos últimos anos que vem trazendo esses bons resultados em Olimpíadas: “Na Olimpíada de Astronomia nós tivemos 6(seis) medalhas olímpicas: 2 de ouro, 1 de prata e 3 de bronze, na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica. Quando se fala em Astronomia todo mundo já fica curioso, pela curiosidade, importância, o despertar do que que representa esse ensino. Astronomia a gente sempre tem focado nessa Olimpíada. Astronomia tem uma característica motivacional, os alunos se motivam muito, até implicando em conhecimento para as outras áreas: envolve Física, Matemática, Química, é uma interdisciplinaridade só. Tivemos esse êxito muito bom esse ano, mas já viemos trabalhando esses 3 anos no Instituto Federal, 2017 tivemos 1 medalha de prata, 2018 tivemos 2 medalhas de ouro e 1 de bronze, e em 2019 acredito que a gente coroou nossa participação, tivemos um êxito muito legal, interessante e espero que siga nessa crescente e que possamos estar trazendo mais medalhas para a comunidade de Pedro II.”

Para o estudante Isânio Vitor é recompensador o resultado obtido e a premiação: “Tivemos que estudar bastante, mas o que consegui no 3º ano foi com a experiência que adquiri nas provas, eu não tinha conhecimento de como era a prova em si, o que ela cobrava e os conhecimentos gerais. Mas neste 3º ano eu consegui a medalha de bronze e estamos aí! É o último ano que estou aqui [no IFPI]. Eu queria levar uma medalha para minha vida, para o futuro superior.” Por sua vez, a estudante Kamila Brandão afirma que é uma dedicação contínua para obter o resultado: “A minha experiência começou no 1º ano também , exatamente como o Isânio, no curso que o professor William ofereceu de Astronomia. Eu já tinha um pouco de interesse nessa área e aí eu comecei a participar do curso semanal. No 1º e no 2º ano eu não consegui a medalha, mas no 3º com a maior dedicação e também com a ajuda de amigos estudando juntos e respondendo as provas foi mais fácil com a experiência dos anos passados.”

Sobre o dia-a-dia de um estudante competidor de Olimpíada, o estudante medalhista Luís Gustavo Macedo expõe o que compreende sobre esse aspecto:“ Sempre fui muito interessado sobre essa questão de Astronomia e quando entrei no IFPI agora no 1º ano o incentivo queo professor deu nessas Olimpíadas de Astronomia aumentou ainda mais a minha curiosidade e o meu interesse nesse ramo. Essa questão da Olimpíada e de já ter ganho uma medalha de bronze no 1º ano foi muito importante para mim, fiquei muito feliz, porque eu fui fazer a prova mas nem esperava tanto assim a medalha; foi mais realmente porque eu me interesso por Astronomia e ganhar uma medalha foi muito gratificante logo no início assim e só me incentiva a querer mais, a estudar nos próximos anos 3 vezes, 5 vezes mais do que estudei esse ano, para conseguir uma medalha de ouro e aumentar mais essa questão.”


A estudante Giovanna Diolindo, por seu turno, apresenta sua história em Olimpíadas: “A princípio quando cheguei aqui no IFPI, o que me proporcionou conhecer sobre as Olimpíadas foi o professor William e ele ofereceu o curso, como já dito, para os estudantes e isso foi de extrema importância para toda a vida acadêmica aqui no IFPI, principalmente no processo de conhecer as medalhas. No 1º ano tentei e não consegui alguma medalha, no 2º ano consegui a medalha de ouro assim como no 3º ano, isso graças tanto ao meu trabalho como também do professor e a gente sabe que várias universidades, entre elas a USP e a Unicamp já estão proporcionando entrada para universidade através das medalhas, então é muito gratificante para os estudantes tanto o reconhecimento no meio acadêmico como também a entrada para a universidade através das medalhas. Isso faz com que muitos alunos possam se interessar mais e as Olimpíadas além de proporcionar esses ganhos, vão proporcionar conhecimentos que vão se levar ao longo de toda essa formação.”


João Paulo Santos Mourão
Jornalista MTB DRT 2077/PI
SEMCOM PEDRO II - PIAUÍ



 

 


 

 

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